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domingo, 14 de junho de 2020


AGRESSIVIDADE

Agressividade: Como combatê-la? - Menthes

Um comportamento agressivo pode ser normal e uma forma de força e determinação.  Ele é necessário para auto conservação, porque possibilita se posicionar nas situações e construir de forma firme.
A agressividade é um comportamento emocional que faz parte da afetividade de todas as pessoas.  Nas sociedades ocidentais, bastante competitivas, a agressividade costuma ser aceita e estimulada quando esta vale como sinônimo de iniciativa, ambição, decisão ou coragem.  
Mas também pode ser um indicador de transtorno quando os sentimentos se tornam excessivos, que a tudo consomem e interferem na vida diária.
Esse comportamento está relacionado a defesa dos direitos pessoais e expressão dos pensamentos, sentimento e opiniões de uma maneira inapropriada e não positiva que transgride os direitos das outras pessoas.
As pessoas que são agressivas constantemente se sentem irritados, impacientes, críticos, ansiosos ou deprimidos.
Na infância, a agressividade é uma forma encontrada pelas crianças de  chamar a atenção para si.  É uma espécie de reação que adquirem quando estão à frente de algum acontecimento que faz com que se sintam frágeis e inseguras. 
Na fase adulta, a agressividade, se manifesta ainda como reação a fatos que aparentemente induzem o indivíduo à disputa e a sentimentos.  A agressão pode ser um sintoma de medo. 
De todas as tendências humanas, a agressividade, em especial, é escondida, disfarçada, desviada, atribuída a agentes externos, e quando se manifesta é preciso identificar suas origens, mesmo que seja difícil ou doído.   O maior problema da agressividade, é que na maioria das vezes ela provoca uma reação de violência.
Definindo dentro de um parâmetro psicológico, a pessoa agressiva é aquela que reage a todo acontecimento, como se fosse uma competição ou disputa.  Ela se sente sempre ameaçada de alguma forma.  A disputa passa a reinar na alma da pessoa,  e a critica se torna devastadora.
As pessoas agressivas na maioria das vezes são rotuladas e afastadas do meio em que vivem, pelo comportamento que apresentam, porém é importante conhecer primeiramente as verdadeiras causas.  A pessoa, quando agressiva,  reage precipitadamente a qualquer tipo de acontecimento.  Essa agressividade desequilibrada, fora das situações de perigo é uma reação ao sentimento interior de frustração, de carência, de incapacidade de amar, que desencadeia comportamentos destrutivos, diante da privação ou impossibilidade de satisfazer suas necessidades naturais e atingir suas motivações.
A agressividade desequilibrada, gera um ambiente doentio. Gera medo, tensão, estresse, tristezas, ressentimentos, mágoas, culpas, inseguranças…   Tudo isso é resultado de uma agressividade negativa, geralmente utilizada como instrumento de expressão de sentimentos de incapacidade de lidar com as situações apresentadas na vida.
Não é fácil lidar com pessoas que têm esse comportamento, principalmente se convivemos com elas diariamente. É doloroso e desgastante viver tentando descobrir o porquê de determinadas condutas, questionando quem são os culpados por atitudes que invariavelmente geram mal-estar ou brigas.
O normal que aconteça, nesses casos, é o afastamento de quem torna o ambiente tóxico.  Com isso, acontece, sempre, que as pessoas agressivas se vêem sozinhas, isoladas e ignoradas.  É nessa hora que se vitimizam e apresentam um comportamento deprimido e de culpa.

A pessoa agressiva, geralmente não percebe quando chegou ao limite.  Por isso é preciso traze-la à razão, de forma calma e firme, e fazendo-a enxergar como esse comportamento agressivo incomoda e afasta.   Essas pessoas geralmente negam que estão com raiva ou se sentindo frustradas. Elas preferem atribuir a culpa do comportamento agressivo a fatores externos.  É muito doído se perceber frágil.

Alguma vez o chamaram de agressivo?
Já sentiu que foi agressivo sem justificativas ?
Já reagiu a uma situação com a raiva acumulada de muitas outras?
Pode ser difícil admitir que foi agressivo, uma vez que nem sempre a vontade ou a intenção era essa;  como se a agressividade surgisse de um lugar desconhecido, de surpresa e sem controle.
Normalmente só tem necessidade de ser agressivo quem se sente ameaçado e diminuído pelo outro. Por isso, normalmente, um comportamento agressivo advém de problemas de auto-estima, insegurança ou até de abandono.  O agressivo vê o mundo como perigoso, onde as relações sociais não são estáveis e a qualquer momento pode ter que se defender para sobreviver.  Depois que recorre ao comportamento agressivo, as conseqüências são o isolamento e a perda de respeito.
A pessoa que desenvolve amor próprio torna-se mais segura, confiante e não permite que estímulos externos influencie a sua forma de pensar e seu comportamento.  A busca pelo equilíbrio é a forma mais assertiva de aprender a ficar bem consigo mesmo e conviver com o outro, devemos entender e separar o que nos afeta e buscar formas de resolver o que nos incomoda.
Sair atirando flechas de agressividade em todas as direções fará com que afaste familiares, amigos, parceiros de trabalho, namorados, companheiros, que não agüentarão esse tipo de comportamento.
A grande questão é que ser livre não é sair vomitando opiniões e jogando no outro as próprias frustrações.  Esse comportamento de agressividade exagerada só provoca constrangimento e isolamento social.
Destruir objetos, agredir pessoas quando confrontado, xingar, brigar, são ataques de agressividade e que na maioria das vezes vem seguidas de arrependimento.

Ter consciência do problema é o primeiro passo para a mudança do comportamento.  Também ajuda falar sobre os seus sentimentos, se questionar por que age dessa maneira, procurar ser honesto e não interpretar as atitudes alheias como ataques pessoais.
Um passo assertivo, seria perceber, por si mesmo, que esse comportamento agressivo é nocivo e está causando prejuízos e perdas, e é preciso identificar que suas explosões precisam ser observadas e tratadas.




Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


Pesquisa :
Abadi, S. (1998). O desenvolvimento da agressão.
Junia de Vilhena - Maria Vitória Maia
Joana Fonseca
Augusto Cury
Leite, Sergio Antonio da Silva (1987). Agressividade.
Marisa de Abreu Alves - Psicóloga

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