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quarta-feira, 18 de julho de 2018




Mulher,



"Chegou ao meio da vida e sentou-se para tomar um pouco de ar. Não sabia explicar. Não era cansaço, nem estava perdida. Notou-se inteira pela primeira vez em todos esses anos. Parou ali, entre os dois lados da estrada e ficou observando as margens da sua história, a estrada da vida ficando fininha, calando-se de tão longe que ia.

Estava em paz observando a menina que foi graciosa, cheia de vida. Estava olhando para si mesma e nem notou. Ali, naquele instante estava recebendo um presente. Desembrulhava silenciosamente a sabedoria que tanto pediu para ter mais.

Quando a mulher chega à metade da estrada da vida, começa lentamente a ralentar o passo. Já notou como tem gente que adora conturbar a própria rotina, alimentar o próprio caos? Ela não.
Não mais.
Deixa que passem, deixa que corram, a vida é curta demais para acelerar qualquer coisa.  Ela quer sentir tudo com as pontas dos dedos, ela quer notar o que não viu da primeira vez.  Senhora do seu próprio tempo.
Percebeu, à metade da vida, que caminhou com elegância, que viveu com verdade, que guiou a própria sombra na estrada em direção ao amor.  E como amou !   Amor por si, pelos outros, amou em dobro, amou sozinha, amou amar.  

A mulher ao centro da vida traz a leveza que os anos teceram, pacientemente. Escuta bem mais, coloca a doçura à frente das palavras, guarda as pessoas com preciosismo. Aquela mulher já perdeu pessoas demais.

Ao meio da estrada, ela já não dorme tanto, mas sonha bem mais.  Sonha pelo simples exercício de sonhar.  Sonha porque notou que é o sonho que tempera a vida.  Aprendeu a parar de ficar encarando as linhas do corpo.  Seu espírito teso, seu riso aberto, sua fé gigante não têm rugas, nem celulite, sem encanação.  Descobriu que o segredo é prestar atenção no melhor das coisas, nas qualidades das pessoas, nas belas costas que tem e deixá-las ao alcance da vista dos outros.

Sentada ali, ao centro da própria vida, decidiu seguir um pouco mais. Há mais estrada para caminhar, mais certezas para perder, mais paixão para trilhar. Não há dádiva maior do que compreender-se, que encontrar conforto para morar em si mesmo, que perdoar-se de dentro pra fora.  Ao centro da vida ela descobriu que a gente não se acaba, a gente vai mesmo é se cabendo, a cada ano um pouco mais."


Diego Engenho Novo



terça-feira, 17 de julho de 2018



Meu nome é  Felicidade.
Sou casada com o Tempo.

Ele é responsável pela solução de todos os problemas, ele constrói corações, ele cura machucados, ele vence a tristeza…
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: a Amizade, a Sabedoria, e o Amor.

A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre.
A Amizade brilha como o sol.
A Amizade une pessoas, pretendendo nunca ferir, sempre consolar.

A do meio é a Sabedoria.  Culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao pai, o Tempo.
A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!

O mais novo é o Amor.
Ah! Como esse me dá trabalho!
É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar…

Eu vivo dizendo:  Amor, você foi feito para morar nos  corações, não em apenas um só.  O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo.
Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo, e aí o Tempo vem fechando todas as feridas que o Amor abriu!

E tudo no final sempre dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final.
Por isso, acredite sempre no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e no Amor.
Aí, quem sabe, eu, Felicidade, não bato à sua porta.

Palavra de hoje:  Tempo

Tudo no Tempo de Deus e não no nosso!!!


Autor desconhecido.




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sexta-feira, 4 de maio de 2018


DÉJÀ VU

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Déjà vu, é um termo da língua francesa, que significa “já visto”.

Aparentemente sem explicação e extremamente repentino, o déjà vu pode ocorrer quando conhecemos pessoas novas e visitamos locais ou cidades que nunca estivemos antes.  Pela visão espiritualista, essas visões são lembranças de tempos vividos em vidas passadas.  Nós seriamos espíritos reencarnados na busca eterna pela evolução, e por isso muitas lembranças de outras vidas ficam gravadas no nosso perispírito e retornam à nossa mente, ativadas por alguma imagem, som, cheiro ou sensação.

Déjà vu  é uma reação psicológica que faz com que o cérebro transmita para o indivíduo que ele já esteve naquele lugar, sem jamais ter estado, ou que conhece alguém, que nunca viu antes.
Déjà vu  é uma sensação que surge ocasionalmente, ocorre quando fazemos, dissemos ou vemos algo que dá a sensação de já ter feito ou visto antes, porém isso nunca ocorreu. O déjà vu  aparece como um “replay” de alguma cena, onde a pessoa tem certeza que já passou por aquele momento, mas realmente isso nunca ocorreu.
Para a parapsicologia, o déjà vu pode ser uma forma de premonição. Já os espíritas acreditam que pode estar relacionado a uma experiência do espírito, capaz de sair do corpo durante o sono.

As pessoas que relatam que conseguem dominar esse fenômeno paranormal, geralmente nascem com esse dom desenvolvido, segundo estudiosos do tema. Esse “dom” por alguma razão não específica, hora ou outra se manifesta e sua consciência avança no tempo.
Há teorias que associam o déjà vu a sonhos ou desdobramento do espírito, onde o espírito teria realmente vivido estes fatos, livre do corpo, surgiriam as lembranças de encarnações passadas, o que levaria à rememoração na encarnação presente. Algumas dessas teorias consideram o sono a libertação da alma diante as leis físicas. Assim, algumas coisas, como o tempo, não se comportaria como se comporta para nós enquanto estamos acordados. Livros de Parapsicologia descrevem que o espírito passa por diversas experiências durante o tempo que você dorme.  O Espírito vai para frente e para trás no tempo e também para outros lugares e dimensões, e quando você acorda é tanta informação para ser assimilada que o cérebro interpreta da maneira que se adequar melhor ao funcionamento do organismo.  Por isso, a reação são sempre sonhos confusos aonde você está em um lugar uma hora e em um momento posterior você já se teleportou para outro.

Sofia Oliveira, é neurologista no hospital da Luz, e concorda que não há uma explicação científica comprovada para esta sensação e, que, por isso, existem “uma série de questões pendentes” referentes ao déjà vu. 
Ainda assim, sugere duas possibilidades. 
Por uma lado, há de facto uma ativação inadequada da “sensação de familiaridade”, gerada pela “ativação da zona das memórias passadas” no nosso cérebro, por outro, este sentimento pode ser apenas fruto de um sentimento normal de familiaridade, que nos remete para uma memória.
É importante perceber que “esta sensação de familiaridade é subjetiva”, diz Sofia Oliveira. “É uma partida que o cérebro, de certa forma, nos prega  — uma sensação de que já vivemos isto, e de que já vivemos aqui.”



Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


Pesquisa :

- Débora Zanelato
- CONSULTORIA Gilberto Xavier, neurocientista do Instituto de Biociência da USP
- Livro The Déjà Vu Experience, de Alan S. Brown
- Texto de Ana Luísa Bernardino
- Sofia Oliveira, neurologista no hospital da Luz


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terça-feira, 24 de abril de 2018


A Música na Espiritualidade

 

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A música é uma terapia que está ligada à espiritualidade, desde os tempos mais remotos da humanidade. Tanto música quanto espiritualidade agem por vibrações, onde cada indivíduo vai captar da forma que melhor convém para si.  O som é um dos fenômenos da natureza mais intimamente ligado às pessoas.
Recebemos o som desde nossos primeiros instantes de vida. Com o tempo, a percepção sonora tende a se expandir. Muitas pessoas, ao contrário, perdem esta sensibilidade do ouvir, do escutar, com o passar do tempo.  Ouvem, mas não escutam. Estamos tão cercados de sons por todos os lados que ocorre, por exemplo, o “mascaramento do som”, ou seja: ouvimos aquilo tudo o que está à nossa volta, inevitavelmente, mas só escutamos aquilo o que nos chama atenção e / ou aquilo o que nos convêm.
Expandir e aperfeiçoar nossa percepção audível requer treinamento, atenção e sensibilidade.  É difícil encontrar alguém que não goste de ouvir os sons, seja os da própria natureza, seja aqueles produzidos pelo homem.  Essa percepção deve-se a uma característica fundamental do som, que é sua origem, sua essência:  vibrações.   O som leva à uma mistura de sensações, que é a capacidade pela qual uma mensagem veiculada num determinado código incorpora sensações pertencentes a um outro. O som é uma mensagem que tem cor (visão), tem textura (tato) e tem cheiro (olfato).
Vibração é o som que você não “ouve”. Ou melhor, é exatamente aquele que você ouve com os ouvidos e sente na própria pele e no coração.  Acontece que não é só o ar que nos cerca que vibra quando uma onda sonora se propaga. Quase todo e qualquer corpo vibra, dependendo da densidade, do seu volume, da sua forma e da característica da onda que o atinge.
Diferentes sons vibram em diferentes partes do corpo e afetam os nossos vários chacras.
Outro fator interessante é que, muitas vezes, o número de batidas por minuto de um determinado ritmo nos conecta ao pulsar dos batimentos cardíacos, transportando nossa memória a uma época em que você se comunicava com o mundo externo somente através das vibrações.
Portanto, para que o corpo e o espírito se mantenham em pleno equilíbrio, a rotina de audição de uma música que nos induza a calma e ao prazer deve ser cultivada para que sejam alcançados os objetivos harmônicos que desejamos manter em nossa trajetória terrena.

A música de caráter espiritual elevado é a energia que a alma utiliza para se sintonizar com a harmonia divina.   A escolha dos timbres orquestrais, o material temático, a acentuação rítmica, a variedade de planos sonoros, são de extrema importância.
A música espiritualizada estimula o homem para a fonte da cura, auxiliando-o a melhorar o seu padrão vibratório e a própria vida.

A música tem um papel importante a desempenhar nesse instante de transição do planeta: o de auxiliar e reequilibrar as relações do Homem com Deus, encontrando, assim, melhores condições de vida.
O mundo do terceiro milênio será, com certeza, povoado pelos espíritos que se ajustarem ao campo vibratório, produzindo a canção que vem do Divino e beneficiando, incansavelmente, todos daqui ou de outros mundos.

Sabemos que a música tem uma importância fundamental para o ser humano. Ela motiva expressões de alegria, estimula a criatividade, ameniza dores, inspira novos caminhos, harmoniza o ser. Quando entramos para o campo da espiritualidade, percebemos o quanto a música é importante para alimentar a vida e o sentido de nossa existência. Sabemos através da Musicoterapia que a música atinge as dimensões psíquica, espiritual e corporal do ser humano. Música e espiritualidade tem uma relação muito íntima, por esse motivo, a música é utilizada em todas as religiões como elemento essencial para fazer a ligação entre o humano e o divino.
A espiritualidade é uma maneira de experimentar o mundo, de viver e de interagir com outras pessoas. Ela é, também, viver além de si.
A partir desse entendimento de espiritualidade, fica visível a aproximação dela com a música, pois a música “permite-nos escapar de nossos temores e desejos”. 


Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


Pesquisa :

Texto de Gil Mahadeva  -  Postado em Editora Vivência
Paulo Roberto Mattos da Silveira  -  Médico e Músico  -  Coordenador do Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) do Lar de Frei Luiz
Alba das Graças Pereira  -  Associação Médico-Espirita do Brasil
Revista Cristã de Espiritismo nº 02, páginas 55-58
Vários sites sobre o assunto


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