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sexta-feira, 4 de maio de 2018


DÉJÀ VU

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Déjà vu, é um termo da língua francesa, que significa “já visto”.

Aparentemente sem explicação e extremamente repentino, o déjà vu pode ocorrer quando conhecemos pessoas novas e visitamos locais ou cidades que nunca estivemos antes.  Pela visão espiritualista, essas visões são lembranças de tempos vividos em vidas passadas.  Nós seriamos espíritos reencarnados na busca eterna pela evolução, e por isso muitas lembranças de outras vidas ficam gravadas no nosso perispírito e retornam à nossa mente, ativadas por alguma imagem, som, cheiro ou sensação.

Déjà vu  é uma reação psicológica que faz com que o cérebro transmita para o indivíduo que ele já esteve naquele lugar, sem jamais ter estado, ou que conhece alguém, que nunca viu antes.
Déjà vu  é uma sensação que surge ocasionalmente, ocorre quando fazemos, dissemos ou vemos algo que dá a sensação de já ter feito ou visto antes, porém isso nunca ocorreu. O déjà vu  aparece como um “replay” de alguma cena, onde a pessoa tem certeza que já passou por aquele momento, mas realmente isso nunca ocorreu.
Para a parapsicologia, o déjà vu pode ser uma forma de premonição. Já os espíritas acreditam que pode estar relacionado a uma experiência do espírito, capaz de sair do corpo durante o sono.

As pessoas que relatam que conseguem dominar esse fenômeno paranormal, geralmente nascem com esse dom desenvolvido, segundo estudiosos do tema. Esse “dom” por alguma razão não específica, hora ou outra se manifesta e sua consciência avança no tempo.
Há teorias que associam o déjà vu a sonhos ou desdobramento do espírito, onde o espírito teria realmente vivido estes fatos, livre do corpo, surgiriam as lembranças de encarnações passadas, o que levaria à rememoração na encarnação presente. Algumas dessas teorias consideram o sono a libertação da alma diante as leis físicas. Assim, algumas coisas, como o tempo, não se comportaria como se comporta para nós enquanto estamos acordados. Livros de Parapsicologia descrevem que o espírito passa por diversas experiências durante o tempo que você dorme.  O Espírito vai para frente e para trás no tempo e também para outros lugares e dimensões, e quando você acorda é tanta informação para ser assimilada que o cérebro interpreta da maneira que se adequar melhor ao funcionamento do organismo.  Por isso, a reação são sempre sonhos confusos aonde você está em um lugar uma hora e em um momento posterior você já se teleportou para outro.

Sofia Oliveira, é neurologista no hospital da Luz, e concorda que não há uma explicação científica comprovada para esta sensação e, que, por isso, existem “uma série de questões pendentes” referentes ao déjà vu. 
Ainda assim, sugere duas possibilidades. 
Por uma lado, há de facto uma ativação inadequada da “sensação de familiaridade”, gerada pela “ativação da zona das memórias passadas” no nosso cérebro, por outro, este sentimento pode ser apenas fruto de um sentimento normal de familiaridade, que nos remete para uma memória.
É importante perceber que “esta sensação de familiaridade é subjetiva”, diz Sofia Oliveira. “É uma partida que o cérebro, de certa forma, nos prega  — uma sensação de que já vivemos isto, e de que já vivemos aqui.”



Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


Pesquisa :

- Débora Zanelato
- CONSULTORIA Gilberto Xavier, neurocientista do Instituto de Biociência da USP
- Livro The Déjà Vu Experience, de Alan S. Brown
- Texto de Ana Luísa Bernardino
- Sofia Oliveira, neurologista no hospital da Luz


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terça-feira, 24 de abril de 2018


A Música na Espiritualidade

 

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A música é uma terapia que está ligada à espiritualidade, desde os tempos mais remotos da humanidade. Tanto música quanto espiritualidade agem por vibrações, onde cada indivíduo vai captar da forma que melhor convém para si.  O som é um dos fenômenos da natureza mais intimamente ligado às pessoas.
Recebemos o som desde nossos primeiros instantes de vida. Com o tempo, a percepção sonora tende a se expandir. Muitas pessoas, ao contrário, perdem esta sensibilidade do ouvir, do escutar, com o passar do tempo.  Ouvem, mas não escutam. Estamos tão cercados de sons por todos os lados que ocorre, por exemplo, o “mascaramento do som”, ou seja: ouvimos aquilo tudo o que está à nossa volta, inevitavelmente, mas só escutamos aquilo o que nos chama atenção e / ou aquilo o que nos convêm.
Expandir e aperfeiçoar nossa percepção audível requer treinamento, atenção e sensibilidade.  É difícil encontrar alguém que não goste de ouvir os sons, seja os da própria natureza, seja aqueles produzidos pelo homem.  Essa percepção deve-se a uma característica fundamental do som, que é sua origem, sua essência:  vibrações.   O som leva à uma mistura de sensações, que é a capacidade pela qual uma mensagem veiculada num determinado código incorpora sensações pertencentes a um outro. O som é uma mensagem que tem cor (visão), tem textura (tato) e tem cheiro (olfato).
Vibração é o som que você não “ouve”. Ou melhor, é exatamente aquele que você ouve com os ouvidos e sente na própria pele e no coração.  Acontece que não é só o ar que nos cerca que vibra quando uma onda sonora se propaga. Quase todo e qualquer corpo vibra, dependendo da densidade, do seu volume, da sua forma e da característica da onda que o atinge.
Diferentes sons vibram em diferentes partes do corpo e afetam os nossos vários chacras.
Outro fator interessante é que, muitas vezes, o número de batidas por minuto de um determinado ritmo nos conecta ao pulsar dos batimentos cardíacos, transportando nossa memória a uma época em que você se comunicava com o mundo externo somente através das vibrações.
Portanto, para que o corpo e o espírito se mantenham em pleno equilíbrio, a rotina de audição de uma música que nos induza a calma e ao prazer deve ser cultivada para que sejam alcançados os objetivos harmônicos que desejamos manter em nossa trajetória terrena.

A música de caráter espiritual elevado é a energia que a alma utiliza para se sintonizar com a harmonia divina.   A escolha dos timbres orquestrais, o material temático, a acentuação rítmica, a variedade de planos sonoros, são de extrema importância.
A música espiritualizada estimula o homem para a fonte da cura, auxiliando-o a melhorar o seu padrão vibratório e a própria vida.

A música tem um papel importante a desempenhar nesse instante de transição do planeta: o de auxiliar e reequilibrar as relações do Homem com Deus, encontrando, assim, melhores condições de vida.
O mundo do terceiro milênio será, com certeza, povoado pelos espíritos que se ajustarem ao campo vibratório, produzindo a canção que vem do Divino e beneficiando, incansavelmente, todos daqui ou de outros mundos.

Sabemos que a música tem uma importância fundamental para o ser humano. Ela motiva expressões de alegria, estimula a criatividade, ameniza dores, inspira novos caminhos, harmoniza o ser. Quando entramos para o campo da espiritualidade, percebemos o quanto a música é importante para alimentar a vida e o sentido de nossa existência. Sabemos através da Musicoterapia que a música atinge as dimensões psíquica, espiritual e corporal do ser humano. Música e espiritualidade tem uma relação muito íntima, por esse motivo, a música é utilizada em todas as religiões como elemento essencial para fazer a ligação entre o humano e o divino.
A espiritualidade é uma maneira de experimentar o mundo, de viver e de interagir com outras pessoas. Ela é, também, viver além de si.
A partir desse entendimento de espiritualidade, fica visível a aproximação dela com a música, pois a música “permite-nos escapar de nossos temores e desejos”. 


Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


Pesquisa :

Texto de Gil Mahadeva  -  Postado em Editora Vivência
Paulo Roberto Mattos da Silveira  -  Médico e Músico  -  Coordenador do Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) do Lar de Frei Luiz
Alba das Graças Pereira  -  Associação Médico-Espirita do Brasil
Revista Cristã de Espiritismo nº 02, páginas 55-58
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terça-feira, 17 de abril de 2018


Este final de semana, no EFUNLASE, foi mágico !


Aconteceram rituais de Elevação espiritual, Equilíbrio, conexão com o Cosmos, encontro com o Sagrado e a cura da alma.
Encerramos com o Café da manhã para Obatalá.

Falar de Obàtálá é falar da alma e do espírito.  Ele é o pai de toda a  humanidade, é o amor e o guia para sua expressão máxima.
Que o Alá do nosso Pai Obatalá esteja sempre sobre nós.
E que a sua Luz faça parte da nossa vida !

Mojubá Obatalá !

EPA BABÁ !!!


O principal objetivo do Ilé Ègbé Efúnlàşé Ògbóni Ifá Ati Obàtálá - Brasil é orientar ao auto conhecimento e ao equilíbrio do Eu Superior em alinhamento com as energias da natureza.  Realizamos um trabalho de cura da alma e do físico, através de rituais de conexão com os seres de luz e com o Cosmos.
Estando equilibrado e positivo, conseguimos nos conectar com Olódùmarè (Deus) e com os Òrìşá, conseqüentemente, todo o restante caminha.



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quinta-feira, 12 de abril de 2018


TAMBOR NA ESPIRITUALIDADE

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O tambor é um catalisador de energias refinada que está ao nosso dispor no universo para que possamos curar e sermos curados. 
Essa vibração penetra a matéria de nossos corpos, relaxa a musculatura, afrouxa as ligações entre as moléculas e propicia níveis mais profundos de concentração. 

O som do tambor afina nosso coração com o coração da Mãe Terra, sintonizando nosso coração ao coração da Terra, nos faz viajar ao mundo invisível, constatando nossa ancestralidade e todos os reinos da Natureza.  Assim, desperta a energia individual e coletiva, sendo esta energia o despertar de nosso curador interno. 

O som do tambor é como o som do coração. A batida está dentro de nós, e trazer esta batida para fora é exteriorizar nossa emoção, é um momento sagrado, é tocar o sopro da alma vibrando para fora do corpo, é a expressão da alquimia da vida. 

Quando uma pessoa está com dor, seja emocional ou física, tocar tambor ajuda a se equilibrar.
O tambor tem poderes muito além de simplesmente fazer música.
Lembre-se que o tambor representa o que você é e o que poderá se tornar.

Tambores são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os primeiros foram criados e manuseados ainda na Pré-história, com o objetivo de cultuar Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida por meio da caça.

Milênios se passaram e centenas de representações religiosas ou espirituais foram criadas de acordo com a cultura de cada povo, de cada etnia, principalmente de acordo com os padrões sócio econômicos de cada época. Os tambores e os atabaques, são expressões da arte na religiosidade e na espiritualidade.

Mesmo nas religiões mais antigas, o toque dos tambores também foi utilizado não somente para o culto às divindades, mas também como forma de manter contato com os espíritos dos mortos.

Os tambores são típicos nos cultos afro, porque eles tem o poder de nos levar ao transe.  Na religião africana de culto aos Orixás, o  tambor é um instrumento sagrado, e o seu toque é utilizado como forma de contato entre os homens e o mundo invisível.   Aquele que toca o tambor é um orador e um comunicador de mensagens sagradas.
Os tambores são considerados essenciais para invocação dos Deuses, e é pelo seu toque que se faz a conexão com o Mundo Espiritual.

Na cultura dos índios americanos, os tambores são objetos sagrados, usados pelo Xamã na cerimônias de cura.
O tambor é o instrumento que faz a comunicação entre o Céu e a Terra. É usado para ativar e curar o nosso espírito, alinhando-se com a vibração do nosso coração e com a Mãe Terra.

Muitos Xamãs usam seu tambor para realizar diversos tipos de cura, o som do tambor facilita a conexão de qualquer pessoa com o seu mundo interior e com todos os ritmos de seu corpo, produzindo um estado de relaxamento, de equilíbrio e ampliação de consciência, proporcionando assim uma conexão e harmonização com os ritmos planetários e cósmicos.



Trabalho por :  

Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz


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Revista Espiritual de Umbanda

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terça-feira, 3 de abril de 2018


AMOR PRÓPRIO…

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Grande parte da vida nos dedicamos ao trabalho e essa corrida desmedida para o sucesso pode apresentar algumas armadilhas. Uma delas é quando nos esquecemos de nós mesmos e de nossa essência.
É cada vez mais comum as pessoas se vangloriarem de estarem trabalhando 20 horas por dia.  Arranje tempo para um olhar mais amplo e sensível sobre si mesmo e deixe o seu orgulho de super-herói de lado.
Você realmente sabe o que significa “se amar”?   Não confunda isso com narcisismo !
Mensurar o quanto você se ama não é ficar tirando selfies e ostentar uma imagem do quanto você é “feliz” e “legal” nas redes sociais.
Já parou para pensar o quanto de fato tem se tratado do jeito que você merece?
Faça uma auto-observação: as vezes você é muito amável e compreensivo com seus amigos mais próximos.  Dando apoio, ânimo e os estimando com afeto e carinho.
Você faz o mesmo consigo? Toda essa doçura, carinho e respeito consegue ter por você mesmo?
Seja o seu “melhor amigo”. Trate-se com respeito e valorize suas qualidades sem necessariamente se tornar um egoísta, que só fala de si e de como você é “maravilhoso” para todo mundo.  Respeite-se… acolha-se… se perdoe… saiba de seus limites!

Aprenda a ser grato.  Um dos maiores sinais de amor próprio é ter gratidão.  Agradeça por sua respiração, por viver um dia de cada vez e acima de tudo, por ser quem você é.  Quando se sente grato e se aceita, irá emitir uma energia boa e acolhedora.
O amor próprio faz com que você aja positivamente, procure evitar pensar no passado, quando há tristezas ou mágoas, procure sempre lembrar que foi mais uma experiência para poder evoluir, procurando tirar proveito dos acontecimentos.
Quem se ama de verdade, procura compreender as pessoas, estar a maior parte do tempo, de bem com a vida, ter coragem, confiança e segurança para recomeçar.   O amor próprio é fundamental para que se possa amar o próximo.
De acordo com o psicólogo americano Carl Rogers :
"A raiz dos problemas de muitas pessoas é que elas se desprezam, e se consideram seres sem valor e indignos de serem amados".
Neste caso, a aceitação constitui um passo importante para encontrar soluções.
A pessoa que se respeita e ama-se não visualiza o egoísmo, a imprudência, a covardia e a desonestidade, nem tampouco o errado e o indigno.  Possui uma força interior e não permite que outros usem a ele ou o manipule.  Pelo contrário, sabe que mostrar paciência ou tolerância não significa permitir que outros o maltrate e sim que ama ao próximo a partir de um amor próprio que profere.
A pessoa com amor próprio não desmorona quando falha.  Ela aceita os erros como parte da vida.  Para definir metas elevadas para si mesmo, é necessário também entender que o fracasso não é nenhum embaraço quando se fez o seu melhor.  No entanto, ter amor próprio não significa ser elogiado o tempo todo.  
Ter amor-próprio também implica em ser justo, ser capaz de olhar para os próprios erros e corrigi-los, reconhecer os obstáculos e arregaçar as mangas para os enfrentar.
Gostar de si mesmo não é olhar apenas para o próprio umbigo e muito menos implica em se centrar apenas na satisfação das próprias necessidades.   Sendo assim, uma pessoa que gosta de si mesma não tem de ver satisfeitos todos os seus desejos nem estar permanentemente em estado de euforia.  
Ter amor próprio é quando não se permite que nada e nem ninguém tire de você o valor que tem por si só.  É se admirar, se valorizar, se cuidar, ser importante para si mesmo, é confiar em si mesmo para alcançar os objetivos.

Qual foi a última vez que você fez algo para valorizar a si mesmo(a) ?  Qual a última vez que você, saiu só porque estava com vontade ?   Qual a ultima vez que você sentiu orgulho de si mesmo?  Será que você tem feito o que quer ou o que as outras pessoas querem pra você ?  Você tem sabido dizer “não” para aquelas coisas que te fazem mal ?  Todas essas perguntas tem uma resposta e que vai fazer você entender o que é “se amar mais”.
O amor próprio vai te ajudar a fazer boas escolhas, e você conseguirá uma paz interior que é muito mais importante do que qualquer coisa.

Trabalho por :  
Obàaláse Oluwo Willer Almeida 
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        - Carolina Santos

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quinta-feira, 29 de março de 2018


Intolerância Religiosa

 

 

Por 
Mestre em Ciências Sociais (PUC-Rio, 2015)
Graduada em Ciências Sociais (UERJ, 2012)

De acordo com a Declaração para Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Fundadas na Religião ou nas Convicções das Nações Unidas, de 25 de novembro de 1981, todos têm direito a liberdade de pensamento, consciência e religião (Artigo 1º). Isto inclui o direito de proclamar qualquer religião ou crença escolhida, seja individual ou em coletivamente, pública ou privada e para manifestar, ensinar, observar e praticar essa crença ou religião (Artigo 1º). Desta forma, ninguém pode ser objeto de coerção que impeça sua crença ou religião da sua escolha (Artigo 2º).

De acordo com esta Declaração a Intolerância Religiosa pode ser definida como “toda a distinção, exclusão, restrição ou preferência fundada na religião ou nas convicções e cujo fim ou efeito seja a abolição ou o fim do reconhecimento, o gozo e o exercício em igualdade dos direitos humanos e das liberdades fundamentais” (Artigo 2º).

A intolerância religiosa é um assunto importante porque fere um dos principais direitos universais do homem: o direito às liberdades fundamentais de todos, sem distinção de raça, sexo, idioma, religião ou pertencimento. Ela é caracterizada, portanto, pela cerceamento das liberdades individuais e coletivas, pela discriminação, exclusão, ofensa, coerção e demais tipos de violência simbólica e física contra seguidores de uma crença ou religião.

A maior parte dos países do mundo defende e se declara defensor dos direitos humanos. Logo, são também defensores da diversidade religiosa e da liberdade de culto. Isso explica porque os Estados democráticos laicos devem defender o direito a crença religiosa de seus cidadãos, já que todos são iguais perante a lei, independentemente da religião que professam.  É importante ressaltar que a intolerância religiosa também pode ter como alvo as pessoas que se declaram sem religião, como os ateístas e os agnósticos.

Desta forma o debate sobre intolerância religiosa é necessário e permanente. Segundo Abdu'/-Bahil:

A religião pretende ser a causa da unidade, do amor e da comunhão e não da discórdia, da inimizade e do estranhamento” (Ghanea, 2003).

Um dos principais sentimentos que movem a intolerância religiosa é o medo, justificado pela ignorância. Para além do medo e da ignorância, deve-se praticar o respeito.

A intolerância religiosa e a discriminação produzem a negação de direitos e a exclusão social. Atualmente a questão dos refugiados e sua não aceitação muito se relaciona com a intolerância diante de religiões e culturas específicas. Muitos interesses econômicos e militares se confundem com intolerância religiosa e justificam a dominação de comunidades, países e regiões por outros.

No Brasil, apesar de o Estado ser laico e de todos terem direitos iguais para proclamar e manifestar suas crenças, muitos são os casos de intolerância religiosa. As religiões de matrizes afro, como candomblé e umbanda, costumam ser os principais alvos de intolerância e discriminação. É por isso que foi aprovado o Estatuto da Igualdade Racial, Lei de nº 12.288/2010, e a intolerância religiosa é considerada crime de ódio.

Por fim, a intolerância religiosa pode acontecer acompanhada de outros tipos de discriminação como raça, pertencimento, língua, gênero e outras características identitárias. Além disso, pode gerar perseguições em massa, como a perseguição aos judeus.  Por isso, é extremamente importante discutir este tema e ter em mente que o respeito é uma das maiores garantias das liberdades individuais.


Referências Bibliográficas:


GHANEA, N. The challenge of religious discrimination at the dawn of the new millennium. Springer Science+Business Media Dordrecht, Danvers, USA, 2003.

NAÇÕES UNIDAS. Declaração para Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Fundadas na Religião ou nas Convicções das Nações Unidas, 25 de novembro de 1981.

NUSSBAUM, M. C. The new religious intolerance: overcoming the politics of fear in an anxious age. The Belknap Press of Harvard University Press: Cambridge, Massachusetts, and London, England, 2012.



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domingo, 4 de fevereiro de 2018

Ser Feliz

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Ser feliz, do ponto de vista da psicologia, não é ter uma vida perfeita, mas saber extrair sabedoria dos erros, alegria das dores, força das decepções, coragem dos fracassos. Ser feliz neste sentido é o requisito básico para a saúde física e intelectual.


Você pode ter defeitos,
viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
E você pode evitar que ela vá a falência.
Há muitas pessoas que
precisam, admiram e torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse
de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade,
caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas,
relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar
força no perdão, esperança nas batalhas,
segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender
lições nos fracassos.
Não é apenas ter júbilo nos aplausos,
mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena
viver, apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor da
própria história.
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manha pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples ,
que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar “eu errei”.
É ter ousadia para dizer “me perdoe”.
É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
É ter humildade da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro
de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece,
pois assim você descobrirá que ser feliz
não é ter uma vida perfeita, mas usar
as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas
da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz,
pois a vida é um obstáculo imperdível,
ainda que se apresentem dezenas de fatores
a demonstrarem o contrário.

Autor:  AUGUSTO CURY

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