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segunda-feira, 19 de junho de 2017

Sàngó

Resultado de imagem para  todos os orisa africanos

Deus do raio, do trovão, da justiça e do fogo.  Sàngó manipula o fogo em seu estado selvagem e usa o poder do fogo como seu símbolo de respeito.
É um òrìsá temido e respeitado, é viril e violento, porém justiceiro. Costuma-se dizer que Sàngó castiga os mentirosos, os ladrões e malfeitores. Seu símbolo principal é o machado de dois gumes e a balança, símbolo da justiça.
Galante e sedutor, desperta paixão na divindade Oya, uma de suas três esposas, a mais amada.  As outras são Òsún e Obá.
A pedra de raio, Edùn Ara, é símbolo do seu poder. O brilho dos raios e o barulho dos trovões lembram que Sàngó vigia todos os seus fiéis.
Sàngó é o mestre em atacar, de ir contra os ventos da derrota, contra tudo e todos para alcançar seu objetivo. 
Òrìsà Sàngó é ao mesmo tempo uma divindade primordial e ancestral divinizada.  A função de Sàngó é fornecer a inspiração e a paixão pela transformação espiritual.
O àse de Sàngó permite ao buscador de Deus distinguir entre a verdade e a mentira e enfrentar as conseqüências de fazer e agir de acordo com essa distinção.  Neste sentido, o relâmpago simboliza a língua de Sàngó, que nos revela a base do nosso medo e nos oferece a oportunidade de escolher se desejamos prosseguir com base na verdade ou na mentira.   
Sàngó é um òrìsà "quente".   É o ataque estratégico, é a idéia de iluminar os desafios e atacar seus pontos mais fracos, por isso respeita a força e a sabedoria.
As tempestades de Sàngó e seu raio trazem um terror moral e purificador.

 
 
Trabalho de pesquisa por 

 Erelú Iyá Òsún Funké, Iyanifá Fun Mi Lolá (Fatima Gilvaz)


- Popoola
- Verge
- Reginaldo Prandi
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segunda-feira, 5 de junho de 2017



Ritual no mar, de oferendas para Yemojá e Olókun.

Odoya Yemojá !!!

Epa Olókun !!!


Efúlàsè agradece a presença de todos no Ritual.


Que todos tenham sempre equilíbrio e que nunca se percam nas profundezas de seus próprios Oris.
Que Yemojá e Olókun permitam que tenhamos Saúde mental.

Epa Òrìsá !!!



  
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terça-feira, 30 de maio de 2017

ÒSÀNYÌN

Ewe Òsànyìn !!!

Òsànyìn é a divindade das plantas medicinais e litúrgicas dentro do Culto aos òrìsá, tendo recebido, de Olódùmarè, o segredo das ervas.  Nenhuma cerimônia pode ser feita sem a sua presença, pois ele é o detentor desse àse.

A importância de Òsànyìn é muito grande, pois todos dependem de folhas e ervas para realização de seus cultos.  A força e o poder de Òsànyìn está no conhecimento de misturar essas folhas. Òsányìn é o detentor do segredo de todas as ervas existentes.
Apesar de cada òrìsá reinar especificamente em cada área da vida humana, todos dependem do conhecimento e da magia de Òsànyìn.

A figura de Òsànyìn é a do mago, que ajuda a todos.  É o conselheiro, a figura paterna, sem se envolver muito, só aparece quando sua presença é indispensável para solução do problema em questão. Vive sozinho na floresta, em silêncio e misterioso. 
Òsányìn possui um pássaro que é o seu mensageiro. Este pássaro voa por toda parte do mundo e pousa em cima da cabeça de Òsányìn, para lhe contar todos os acontecimentos. Este pássaro é um simbolismo bastante conhecido das feiticeiras.
Nos templos consagrados a Òsànyìn na África, é dito que esta ave 
habita no Igba Òsànyìn (a cabaça consagrada a Òsànyìn) e que ele 
fala quando Òsànyìn é consultado.
As folhas e as plantas constituem a emanação direta do poder da terra.  O sumo das folhas é também chamado de èjé ewé ou "sangue das folhas" e é um dos àse mais poderosos. 
Cada folha possui virtudes próprias e, misturadas, umas às outras, formam preparados medicinais e mágicos de grande importância no culto. 
As folhas, possuem o àse do sangue negro.

A floresta é o elemento vital para a manutenção da vida neste planeta, sem ela, não existiria o òrìsá!
O homem Africano sempre acreditou que destruir florestas, equivale a destruir os deuses que nelas habitam. 
Em todas as civilizações, antigas ou modernas, o vegetal é, inquestionavelmente, de suma importância na manutenção da vida humana.  Desde tempos primitivos, sempre se dependeu da natureza para sobreviver, e se utilizava, principalmente, a flora como parte de alimentação, para combater doenças, ou em rituais para prover o bem-estar social.

Nenhum ritual ou cerimônia feitas aos òrìsá pode ser realizada sem que Òsànyìn seja louvado, pois suas cantigas despertam o poder sobrenatural das plantas.

No ritual a Òsónyìn, primeiro saudamos a Terra, com a água que a fertiliza;  saudamos os òrìsá, como força vital da natureza;  saudamos os Ancestrais e saudamos os seres encantados( nunca habitaram neste planeta ) , para que possamos invocar a força da natureza, a força de cada folha.

ko si ewe, ko si òrìsá !

Sem folha não existe òrìsá !

Òsànyìn desempenha um papel fundamental no culto aos òrìsá, visto que sem folhas, sem a sua presença, nenhuma cerimônia pode realizar-se, pois ele detém o àse que desperta o poder do “sangue” negro das folhas.
Òsànyìn é o grande sacerdote das folhas, o grande feiticeiro, que por meio das folhas pode realizar curas e milagres, pode trazer progresso e riqueza. È nas folhas que está a cura para todas as doenças, do corpo e do espírito.
Òsànyìn vive na floresta em companhia de Àrònì, um anão de uma perna só. É o auxiliar que se responsabiliza  por causar o terror em pessoas que entram na floresta sem a devida permissão.
Òsànyìn conversa com os espíritos sagrados que moram dentro das árvores, nas florestas. Também conhece a linguagem dos animais e dos pássaros, imitando-os com perfeição.

"A natureza possui uma memória, lembre-se disso quando agredi-la, pois certamente ela lembrará de você quando precisar".  

Trabalho de pesquisa por 

Erelú Iyá Òsún Funké, Iyanifá Fun Mi Lolá (Fatima Gilvaz)
 - Popoola
- Malomo Odetumbi - Carlos Eduardo da Silva

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terça-feira, 23 de maio de 2017

ÌGBEJÌ



Ìgbejì =  ìgbì  -  nascer  ;  èjì  - dois.
Significa nascer dois ou gestação dupla, nascimento de gêmeos.

O primeiro a nascer recebe o nome de Táíwò (a primeira criança, aquele que vai conhecer a vida) e o segundo de Kéhìndé (a criança mais velha), sendo considerado espiritualmente mais velho.
Òrìsà Ìgbejì, protege contra a morte prematura, acalma o sofrimento material e espiritual, orienta o Orí do Àbìkú e dos devotos, a seguir o caminho certo, atrai progresso econômico e desenvolvimento espiritual, harmonizando a vida material com a espiritual, proporciona sentimentos de paz, tranqüilidade, serenidade, confiança, fertilidade, transforma lágrimas em sorrisos.
É associado à duplicidade – entre o existir e o não existir, o fazer e o não fazer; por serem crianças, são ligados a tudo que se inicia e brota: a nascente de um rio, o nascimento dos seres humanos, o germinar das plantas...
Promove cura e bem-estar, interfere no destino humano, removendo obstáculos da vida.
Através das crianças gêmeas, que são o seu símbolo, frequentemente, são mandadas a Terra por algum òrìsà para aliviar o sofrimento de uma família.  Famílias que têm os gêmeos são santificadas pelo òrìsá com prosperidade e uma mulher que têm filhos gêmeos é reconhecida como Iya Ìgbejì (Mãe de Gêmeos).
Eles são, parte importante para entender nossa relação com o órun(céu) e àiyé(terra).  Ìgbejì é um òrìsà duplo e tem seu próprio culto, obrigações e iniciação dentro do ritual.  Divide-se em masculino e feminino, gêmeos.  Eles representam tanto a pureza e a paz, quanto os mistérios da magia.
Ìgbejì trás para seus iniciados um temperamento infantil e jovial; nunca deixam de ter dentro de si a criança que já foram.  Costumam ser brincalhonas e sorridentes.  É a divindade que rege a alegria, a inocência e a ingenuidade da criança.
Sua determinação é tomar conta do bebê até a adolescência, independente do òrìsá da criança.  Ìgbejì é tudo de bom, belo e puro que existe; uma criança pode nos mostrar o sorriso, a alegria, a felicidade, o falar e olhos brilhantes.  Na natureza, representa a beleza do canto dos pássaros e o perfume das flores.  
Ìgbejì aflora a criança que temos dentro de nós, as recordações da infância, pois tudo aquilo de bom que nos aconteceu na infância, foi regido, gerado e administrado por Ìgbejì.


Trabalho de pesquisa por

Erelú Iyá Òsún Funké, Iyanifá Fun Mi Lolá (Fatima Gilvaz)

Vários autores:

Falokun Fatunmbi
Pierre Verger

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sexta-feira, 12 de maio de 2017

OLÓKUN

Olókun, Proprietário dos Oceanos.  Alguns dizem que ele foi o primeiro espírito a habitar a terra antes de todos os outros Òrìsá.  Representa a prosperidade do oceano e seus mistérios, mas também suas riquezas e estabilidade.
É por isso que ele é considerado como um dos òrìsá mais poderosos e prósperos.  Ele também é chamado de Obà Omi (Rei das águas).  Olókun é aquele que faz prosperar.

Ìbá Olókun a soro-dayò !

Saudação ao espírito do oceano, aquele que faz as coisas prosperarem !

Olókun de caráter compulsivo, misterioso e violento, é assustador quando irritado, mas tem a capacidade de transformar.  Na natureza é simbolizado pelo mar profundo, ele é o verdadeiro dono das profundezas, onde ninguém jamais esteve.  Representa os segredos do fundo do mar.  Também representa a saúde mental.  Olókun é um òrìsá perigoso e poderoso no culto Yorubá.

Ifá diz que nunca olharam para baixo, para ver o esplendor de Olókun.  Dentro do omi ayé (águas da Terra), acontece o mistério da abundância, vida longa e muitos filhos.

Este mistério está escondido sob as águas turbulentas, onde o homem é incapaz de penetrar.  São as águas ancestrais da vida, as águas que têm uma forma de consciência natural que flui e nutre.

Yemojá, Deusa dos Oceanos, a grande mãe, que defende seus filhos e sua família, é decidida e impetuosa, ela vai até o fim em seus objetivos.  Ela é a suave espuma branca da praia, mas também é o Tsunami que passa por cima de tudo, limpando e exterminando.

É a dona do subconsciente coletivo e da sabedoria antiga, é a guardiã dos segredos que estão escondidos no fundo do mar. 
Yemojá assumiu, o domínio dos mares junto com Olókun, em cujo movimento hora calmo, hora agitado e revolto, tem representada a sua personalidade inconstante.


Trabalho de pesquisa por 

Erelú Iyá Òsún Funké, Iyanifá Fun Mi Lolá (Fatima Gilvaz)

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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Òsóòsi

Oso é a palavra usada para feiticeiro. Em Ifá o conceito de Oso é a capacidade de viajar no astral.
Òsi significa esquerda. Òsóòsì é feitiçaria da esquerda (para fora do corpo e para a esquerda).
O lado direito está relacionado com o que se manifesta no presente. O lado esquerdo relaciona-se com aquilo que está escondido (oculto, magia).  Por isso, Òsóòsì é detentor de grande poder espiritual e magia.  É autoridade em causar viagem astral, para fora do seu corpo.  Quando ele nos dá essa habilidade, ele está nos dando o poder de entrar na floresta e ver coisas do reino físico, e ver também coisas no reino invisível.

Senhor das florestas, sendo seu habitat natural onde vive e caça.  É a divindade da harmonia e do equilíbrio ecológico.  Está associado com a vida ao ar livre e com os elementos da natureza.  Òsóòsì representa a fartura em nossa casa.  É o espírito perseguidor da sobrevivência.  Ele tem a habilidade de usar a viagem astral como ferramenta para localizar sua caça, e não se perder na floresta.

O que queremos, ao invocarmos Òsóòsì, é adquirir uma visão clara do caminho certo e reto para vitória.  Ele tem o poder de nos ajudar no processo de transformação, nos dando uma visão alternativa.

Òsóòsi faz um papel de grande mediador espiritual na tradição Yorubá.

 

Trabalho de pesquisa por
(WILLER ALMEIDA)
Erelú Iyá Òsún Funké, Iyanifá Fun Mi Lolá (Fatima Gilvaz)

Autores:

Falokun Fatunmbi
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

RELAÇÃO
Resultado de imagem para relação entre pessoas

Espiritual -  Você, Ori (seu mais intimo sentimento), seus Òrìsá e todos os seres divinos levam à Deus.

Social - Você sabendo falar com delicadeza, educação, sem ofensas.

Amorosa - Você expor seus verdadeiros sentimentos, sem Ego, sem medo e resolvendo os conflitos dentro de sí, assim você encontrará o caminho de uma relação saudável.

Profissional - Você em uma relação de paciência, compreensão do limite do outro, resolução de conflitos buscando o bem e o equilíbrio no ambiente de trabalho.

Saúde - Você e a relação com a alimentação e o que absorve do externo para o seu psicológico.
Você é um Ser Humano que têm plena capacidade de viver isolado, mas prefere viver em grupo de pessoas como você, na coletividade.
Quando você está em uma relação positiva com o outro, em bem estar e com o Amor Universal, tudo a sua volta floresce, fica colorido e você entra em harmonia com seres de Luz.
É preciso conhecer primeiro a si mesmo, sentir o seu coração, para que tenha uma relação saudável entre você e todos a sua volta.
Para que você entenda as limitações do outro, é preciso que se coloque no lugar do outro.
Os laços afetivos que unem você a pessoas estranhas é o resultado do Amor Universal que está em você.  Mas isso só é possível acontecer com a prática desse Amor.
Você deve expressar sua opinião de forma clara e direta sem ofender ou diminuir o outro, sendo cordial e gentil.
A família é um tipo de relação, onde as pessoas reagem e influenciam-se uns aos outros de forma recíproca. Há vínculos afetivos e psicológicos e ao mesmo tempo espaços de privacidade, de autonomia e de individualidade que devem ser respeitados.
As pessoas de uma família ou sociedade desenvolvem laços afetivos e emocionais que unem pessoas diferentes entre si.  É justamente por serem diferentes que surgem os conflitos.  Os conflitos, muitas vezes inevitáveis não devem ser vistos de forma negativa pois quando bem trabalhados e resolvidos são uma boa oportunidade para crescer e fortalecer os laços, já que nós crescemos quando aprendemos a lidar com as diferenças do outro. 
Em qualquer dos contextos - pessoal, profissional, familiar, social, amoroso ou religioso; é essencial para uma boa relação a interiorização e boas práticas de lealdade.
Ser Leal, é estar comprometido com algo em que acreditamos.  E se acreditamos, queremos que continue e que se conserve.



A FÁBULA DA CONVIVÊNCIA

 

Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se mutuamente naquele inverno tenebroso.
Porém, vida ingrata, espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.
E afastaram-se feridos, magoados e sofridos.
Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes.
Doiam muito...
Mas essa não foi a melhor solução.
Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.
Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com preocupações, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.
Assim, suportaram-se resistindo à longa era glacial.
Sobreviveram!




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