O objetivo do Ilé Efúnlàsé é orientar seus seguidores ao auto conhecimento e ao equilíbrio do Orí, para que possam alcançar o que existe de mais sagrado, a energia dos Orisá, juntamente com a sabedoria e a direção de nossos destinos guiados por Òrúnmìlá, através do oráculo Ifá.
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segunda-feira, 25 de junho de 2018
sexta-feira, 4 de maio de 2018
DÉJÀ VU

Déjà vu,
é um termo da língua francesa, que significa “já visto”.
Aparentemente
sem explicação e extremamente repentino, o déjà vu pode ocorrer
quando conhecemos pessoas novas e visitamos locais ou cidades que nunca
estivemos antes. Pela visão
espiritualista, essas visões são lembranças de tempos vividos em vidas
passadas. Nós seriamos espíritos
reencarnados na busca eterna pela evolução, e por isso muitas lembranças de
outras vidas ficam gravadas no nosso perispírito e retornam à nossa
mente, ativadas por alguma imagem, som, cheiro ou sensação.
Déjà vu é uma reação psicológica que faz com
que o cérebro transmita para o indivíduo que ele já esteve naquele lugar, sem
jamais ter estado, ou que conhece alguém, que nunca viu antes.
Déjà vu é uma sensação que surge
ocasionalmente, ocorre quando fazemos, dissemos ou vemos algo que dá a sensação
de já ter feito ou visto antes, porém isso nunca ocorreu. O déjà vu aparece
como um “replay” de alguma cena, onde a pessoa tem certeza que já passou por
aquele momento, mas realmente isso nunca ocorreu.
Para a parapsicologia, o
déjà vu pode ser uma forma de premonição. Já os
espíritas acreditam que pode estar relacionado a uma experiência do espírito,
capaz de sair do corpo durante o sono.
As pessoas que
relatam que conseguem dominar esse fenômeno paranormal, geralmente nascem com esse
dom desenvolvido, segundo estudiosos do tema. Esse “dom” por alguma razão não
específica, hora ou outra se manifesta e sua consciência avança no tempo.
Há teorias que associam o déjà vu a
sonhos ou desdobramento do espírito, onde o espírito teria realmente vivido
estes fatos, livre do corpo, surgiriam as lembranças de encarnações passadas, o
que levaria à rememoração na encarnação presente. Algumas dessas teorias
consideram o sono a libertação da alma diante as leis físicas. Assim, algumas
coisas, como o tempo, não se comportaria como se comporta para nós enquanto
estamos acordados. Livros de Parapsicologia descrevem que o espírito passa por
diversas experiências durante o tempo que você dorme. O Espírito vai para frente e para trás no
tempo e também para outros lugares e dimensões, e quando você acorda é tanta
informação para ser assimilada que o cérebro interpreta da maneira que se adequar
melhor ao funcionamento do organismo. Por
isso, a reação são sempre sonhos confusos aonde você está em um lugar uma hora
e em um momento posterior você já se teleportou para outro.
Sofia Oliveira, é neurologista no hospital da Luz, e
concorda que não há uma explicação científica comprovada para esta sensação e,
que, por isso, existem “uma série de questões pendentes” referentes ao déjà vu.
Ainda assim, sugere duas possibilidades.
Por uma lado, há de facto uma ativação inadequada da
“sensação de familiaridade”, gerada pela “ativação da zona das memórias
passadas” no nosso cérebro, por outro, este sentimento pode ser apenas
fruto de um sentimento normal de familiaridade, que nos remete para uma
memória.
É importante perceber que “esta sensação de
familiaridade é subjetiva”, diz Sofia Oliveira. “É uma partida que o cérebro,
de certa forma, nos prega — uma sensação de que já vivemos isto, e de que
já vivemos aqui.”
Trabalho por :
Obàaláse Oluwo Willer Almeida
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz
Pesquisa :
- Débora Zanelato
- CONSULTORIA Gilberto Xavier, neurocientista do Instituto de Biociência da USP
- Livro The Déjà Vu Experience, de Alan S. Brown
- Texto de Ana Luísa Bernardino
- Sofia
Oliveira, neurologista no hospital da Luz
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terça-feira, 24 de abril de 2018
A Música na Espiritualidade
A música é uma terapia que está
ligada à espiritualidade, desde os tempos mais remotos da humanidade. Tanto
música quanto espiritualidade agem por vibrações, onde cada indivíduo vai
captar da forma que melhor convém para si. O som é um dos fenômenos da natureza mais
intimamente ligado às pessoas.
Recebemos o som desde nossos
primeiros instantes de vida. Com o tempo, a percepção sonora tende a se
expandir. Muitas pessoas, ao contrário, perdem esta sensibilidade do ouvir, do
escutar, com o passar do tempo. Ouvem,
mas não escutam. Estamos tão cercados de sons por todos os lados que ocorre,
por exemplo, o “mascaramento do som”, ou seja: ouvimos aquilo tudo o que está à
nossa volta, inevitavelmente, mas só escutamos aquilo o que nos chama atenção e
/ ou aquilo o que nos convêm.
Expandir e aperfeiçoar nossa
percepção audível requer treinamento, atenção e sensibilidade. É difícil encontrar alguém que não goste de
ouvir os sons, seja os da própria natureza, seja aqueles produzidos pelo homem. Essa percepção deve-se a uma característica
fundamental do som, que é sua origem, sua essência: vibrações. O som
leva à uma mistura de sensações, que é a capacidade pela qual uma mensagem
veiculada num determinado código incorpora sensações pertencentes a um outro. O
som é uma mensagem que tem cor (visão), tem textura (tato) e tem cheiro
(olfato).
Vibração é o som que você não
“ouve”. Ou melhor, é exatamente aquele que você ouve com os ouvidos e sente na
própria pele e no coração. Acontece que
não é só o ar que nos cerca que vibra quando uma onda sonora se propaga. Quase
todo e qualquer corpo vibra, dependendo da densidade, do seu volume, da sua
forma e da característica da onda que o atinge.
Diferentes sons vibram em diferentes
partes do corpo e afetam os nossos vários chacras.
Outro fator interessante é que,
muitas vezes, o número de batidas por minuto de um determinado ritmo nos
conecta ao pulsar dos batimentos cardíacos, transportando nossa memória a uma
época em que você se comunicava com o mundo externo somente através das
vibrações.
Portanto, para que o
corpo e o espírito se mantenham em pleno equilíbrio, a rotina de audição de uma
música que nos induza a calma e ao prazer deve ser cultivada para que sejam
alcançados os objetivos harmônicos que desejamos manter em nossa trajetória
terrena.
A música de caráter espiritual
elevado é a energia que a alma utiliza para se sintonizar com a harmonia
divina. A escolha dos timbres orquestrais, o material
temático, a acentuação rítmica, a variedade de planos sonoros, são de extrema
importância.
A música espiritualizada estimula o
homem para a fonte da cura, auxiliando-o a melhorar o seu padrão vibratório e a
própria vida.
A música tem um papel importante a desempenhar nesse instante de transição do planeta: o de auxiliar e reequilibrar as relações do Homem com Deus, encontrando, assim, melhores condições de vida.
O mundo do terceiro milênio será,
com certeza, povoado pelos espíritos que se ajustarem ao campo vibratório, produzindo
a canção que vem do Divino e beneficiando, incansavelmente, todos daqui ou de
outros mundos.
Sabemos que a música tem uma
importância fundamental para o ser humano. Ela motiva expressões de alegria,
estimula a criatividade, ameniza dores, inspira novos caminhos, harmoniza o
ser. Quando entramos para o campo da espiritualidade, percebemos o quanto a
música é importante para alimentar a vida e o sentido de nossa existência.
Sabemos através da Musicoterapia que a música atinge as dimensões psíquica,
espiritual e corporal do ser humano. Música e espiritualidade tem uma relação
muito íntima, por esse motivo, a música é utilizada em todas as religiões como
elemento essencial para fazer a ligação entre o humano e o divino.
A espiritualidade é uma maneira de experimentar o mundo, de
viver e de interagir com outras pessoas. Ela é, também, viver além de si.
A partir desse entendimento de espiritualidade, fica visível
a aproximação dela com a música, pois a música “permite-nos escapar de nossos
temores e desejos”.
Trabalho por :
Obàaláse Oluwo Willer Almeida
Erelú Iyá Òsún Fatima Gilvaz
Pesquisa :
Texto
de Gil Mahadeva - Postado em Editora Vivência
Paulo Roberto Mattos da Silveira
- Médico e Músico - Coordenador
do Serviço de Orientação Mediúnica (SOM) do Lar de Frei Luiz
Alba das Graças Pereira -
Associação Médico-Espirita do Brasil
Revista Cristã de Espiritismo nº 02,
páginas 55-58
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terça-feira, 17 de abril de 2018
Este final de semana, no EFUNLASE, foi mágico !
Aconteceram
rituais de Elevação espiritual, Equilíbrio, conexão com o Cosmos, encontro com
o Sagrado e a cura da alma.
Encerramos
com o Café da manhã para Obatalá.
Falar de Obàtálá é falar da alma e do espírito. Ele é o pai de toda a humanidade, é o amor e o guia para sua
expressão máxima.
Que o Alá do nosso Pai
Obatalá esteja sempre sobre nós.
E que a sua Luz faça parte
da nossa vida !
Mojubá Obatalá !
EPA BABÁ !!!
O principal objetivo
do Ilé Ègbé Efúnlàşé Ògbóni Ifá Ati Obàtálá - Brasil é orientar ao auto
conhecimento e ao equilíbrio do Eu Superior em alinhamento com as energias da
natureza. Realizamos um trabalho de cura
da alma e do físico, através de rituais de conexão com os seres de luz e com o
Cosmos.
Estando equilibrado e
positivo, conseguimos nos conectar com Olódùmarè (Deus) e com os Òrìşá,
conseqüentemente, todo o restante caminha.
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quinta-feira, 12 de abril de 2018
TAMBOR NA ESPIRITUALIDADE

O
tambor é um catalisador de energias refinada que está ao nosso dispor no universo
para que possamos curar e sermos curados.
Essa
vibração penetra a matéria de nossos corpos, relaxa a musculatura, afrouxa as
ligações entre as moléculas e propicia níveis mais profundos de
concentração.
O
som do tambor afina nosso coração com o coração da Mãe Terra, sintonizando
nosso coração ao coração da Terra, nos faz viajar ao mundo invisível,
constatando nossa ancestralidade e todos os reinos da Natureza. Assim, desperta a energia individual e
coletiva, sendo esta energia o despertar de nosso curador interno.
O
som do tambor é como o som do coração. A batida está dentro de nós, e trazer
esta batida para fora é exteriorizar nossa emoção, é um momento sagrado, é
tocar o sopro da alma vibrando para fora do corpo, é a expressão da alquimia da
vida.
Quando
uma pessoa está com dor, seja emocional ou física, tocar tambor ajuda a se equilibrar.
O
tambor tem poderes muito além de simplesmente fazer música.
Lembre-se
que o tambor representa o que você é e o que poderá se tornar.
Tambores
são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os primeiros foram criados e
manuseados ainda na Pré-história, com o objetivo de cultuar Deuses e como forma
de agradecer a comida conseguida por meio da caça.
Milênios
se passaram e centenas de representações religiosas ou espirituais foram
criadas de acordo com a cultura de cada povo, de cada etnia, principalmente de
acordo com os padrões sócio econômicos de cada época. Os tambores e os atabaques,
são expressões da arte na religiosidade e na espiritualidade.
Mesmo
nas religiões mais antigas, o toque dos tambores também foi utilizado não
somente para o culto às divindades, mas também como forma de manter contato com
os espíritos dos mortos.
Os
tambores são típicos nos cultos afro, porque eles tem o poder de nos levar ao transe. Na religião africana de culto aos Orixás, o tambor é um instrumento sagrado, e o seu
toque é utilizado como forma de contato entre os homens e o mundo invisível. Aquele que toca o tambor é um orador e um
comunicador de mensagens sagradas.
Os
tambores são considerados essenciais para invocação dos Deuses, e é pelo seu toque
que se faz a conexão com o Mundo Espiritual.
Na
cultura dos índios americanos, os tambores são objetos sagrados, usados pelo
Xamã na cerimônias de cura.
O
tambor é o instrumento que faz a comunicação entre o Céu e a Terra. É usado
para ativar e curar o nosso espírito, alinhando-se com a vibração do nosso
coração e com a Mãe Terra.
Muitos
Xamãs usam seu tambor para realizar diversos tipos de cura, o som do tambor
facilita a conexão de qualquer pessoa com o seu mundo interior e com todos os
ritmos de seu corpo, produzindo um estado de relaxamento, de equilíbrio e
ampliação de consciência, proporcionando assim uma conexão e harmonização com
os ritmos planetários e cósmicos.
Trabalho por :
Obàaláse Oluwo Willer Almeida
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Revista Espiritual de Umbanda
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terça-feira, 3 de abril de 2018
AMOR PRÓPRIO…

Grande parte da vida nos dedicamos ao trabalho e essa corrida desmedida
para o sucesso pode apresentar algumas armadilhas. Uma delas é quando nos
esquecemos de nós mesmos e de nossa essência.
É cada vez mais comum as pessoas se vangloriarem de estarem trabalhando
20 horas por dia. Arranje tempo para um
olhar mais amplo e sensível sobre si mesmo e deixe o seu orgulho de super-herói
de lado.
Você realmente
sabe o que significa “se amar”? Não confunda isso
com narcisismo !
Mensurar o quanto você se ama não é ficar tirando selfies e ostentar uma
imagem do quanto você é “feliz” e “legal” nas redes sociais.
Já parou para
pensar o quanto de fato tem se tratado do jeito que você merece?
Faça uma auto-observação: as vezes você é muito amável e compreensivo
com seus amigos mais próximos. Dando apoio,
ânimo e os estimando com afeto e carinho.
Você faz o mesmo consigo? Toda essa doçura, carinho e respeito consegue
ter por você mesmo?
Seja o seu “melhor amigo”. Trate-se com respeito e valorize suas
qualidades sem necessariamente se tornar um egoísta, que só fala de si e de
como você é “maravilhoso” para todo mundo.
Respeite-se… acolha-se… se perdoe… saiba de seus limites!
Aprenda a ser
grato. Um dos maiores
sinais de amor próprio é ter gratidão. Agradeça
por sua respiração, por viver um dia de cada vez e acima de tudo, por ser quem
você é. Quando se sente grato e se
aceita, irá emitir uma energia boa e acolhedora.
O amor próprio faz
com que você aja positivamente, procure evitar pensar no passado, quando há tristezas
ou mágoas, procure sempre lembrar que foi mais uma experiência para poder
evoluir, procurando tirar proveito dos acontecimentos.
Quem se ama de
verdade, procura compreender as pessoas, estar a maior parte do tempo, de
bem com a vida, ter coragem, confiança e segurança para recomeçar. O amor próprio é fundamental para que se possa
amar o próximo.
De acordo com o psicólogo
americano Carl Rogers :
"A raiz dos
problemas de muitas pessoas é que elas se desprezam, e se consideram seres sem
valor e indignos de serem amados".
Neste caso, a
aceitação constitui um passo importante para encontrar soluções.
A pessoa que se respeita e ama-se não
visualiza o egoísmo, a imprudência, a covardia e a desonestidade, nem tampouco
o errado e o indigno. Possui uma força
interior e não permite que outros usem a ele ou o manipule. Pelo contrário, sabe que mostrar paciência ou
tolerância não significa permitir que outros o maltrate e sim que ama ao
próximo a partir de um amor próprio que profere.
A pessoa com amor próprio não desmorona
quando falha. Ela aceita os erros como
parte da vida. Para definir metas
elevadas para si mesmo, é necessário também entender que o fracasso não é
nenhum embaraço quando se fez o seu melhor. No entanto, ter amor próprio não significa ser
elogiado o tempo todo.
Ter amor-próprio
também implica em ser justo, ser capaz de olhar para os próprios erros e
corrigi-los, reconhecer os obstáculos e arregaçar as mangas para os enfrentar.
Gostar de si mesmo não é olhar
apenas para o próprio umbigo e muito menos
implica em se centrar apenas na satisfação das próprias necessidades. Sendo assim, uma pessoa que gosta de si mesma
não tem de ver satisfeitos todos os seus desejos nem estar permanentemente em
estado de euforia.
Ter amor próprio é quando não se permite que nada e nem
ninguém tire de você o valor que tem por si só. É se admirar, se valorizar, se cuidar, ser
importante para si mesmo, é confiar em si mesmo para alcançar os objetivos.
Qual foi a última
vez que você fez algo para valorizar a si mesmo(a) ? Qual a última vez que você, saiu só porque
estava com vontade ? Qual a ultima vez que você sentiu orgulho de
si mesmo? Será que você tem feito o que
quer ou o que as outras pessoas querem pra você ? Você tem sabido dizer “não” para aquelas
coisas que te fazem mal ? Todas essas
perguntas tem uma resposta e que vai fazer você entender o que é “se amar
mais”.
O amor próprio vai
te ajudar a fazer boas escolhas, e você conseguirá uma paz interior que é muito
mais importante do que qualquer coisa.
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